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Ardência vaginal após o sexo: o que pode ser e como aliviar

Ardência vaginal após o sexo é uma realidade silenciosa para milhares de brasileiras, você sabia?

Pesquisa da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) publicada no Brazilian Journal of Physical Therapy revelou que 31% das mulheres jovens relatam ardência como sintoma recorrente.

O estudo, que ouviu 313 mulheres na faixa dos 30 anos, mostrou ainda que 72,5% sofrem com algum tipo de desconforto genital.

Porém, aqui está o dado mais preocupante: a maioria normaliza esses sintomas e sofre em silêncio.

Conforme reportagem da revista Veja, mulheres que relataram dor durante o ato sexual avaliaram que o problema tem “baixo impacto” em suas vidas, revelando uma normalização preocupante.

Mas a ciência é clara: sentir ardência ou dor após o sexo não é normal e tem soluções eficazes.

O que realmente causa a ardência após o sexo

Primeiramente, é fundamental entender que a ardência vaginal após relações sexuais pode ter múltiplas origens.

Na verdade, esse sintoma funciona como um alerta do corpo indicando que algo precisa de atenção.

Durante a relação sexual, a região íntima fica especialmente sensível.

Consequentemente, qualquer desequilíbrio pode se manifestar como ardência ou queimação.

Portanto, identificar a causa específica é o primeiro passo para encontrar alívio duradouro.

Falta de lubrificação e atrito excessivo

Certamente, uma das causas mais comuns de ardência pós-sexo é a lubrificação inadequada.

De repente, quando não há tempo suficiente para as preliminares, a vagina pode não produzir lubrificação natural necessária.

Normalmente, isso resulta em atrito excessivo durante a penetração.

Como resultado, a mucosa vaginal fica irritada e sensível, causando ardência que pode durar algumas horas.

Além disso, esse atrito repetido pode causar microfissuras invisíveis que aumentam o desconforto.

E se você está enfrentando desconforto recorrente após relações sexuais? A Dra. Bruna Obeica pode investigar as causas específicas e propor soluções personalizadas para seu caso.

Infecções vaginais que causam ardência

Frequentemente, infecções vaginais se manifestam com ardência intensificada após o contato íntimo.

Por exemplo, a candidíase vaginal é uma das causas mais comuns desse sintoma.

Da mesma forma, a vaginose bacteriana pode provocar ardor especialmente após o sexo.

Além disso, infecções sexualmente transmissíveis também podem causar esse desconforto.

Conforme orientações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, dores e ardência durante ou após relações podem indicar infecções que necessitam de tratamento médico.

Para identificar uma possível infecção, observe estes sinais:

  • Corrimento com odor diferente:

especialmente quando amarelado ou esverdeado;

  • Coceira intensa: que piora após a relação sexual;
  • Vermelhidão e inchaço: na região vulvar que persiste por dias 

Reação ao pH do esperma

Igualmente importante, algumas mulheres apresentam sensibilidade ao pH do esperma.

Por isso, sentem ardência especificamente quando há ejaculação dentro da vagina.

Entretanto, poucas mulheres sabem que isso pode acontecer.

O pH vaginal saudável fica em torno de 4,5 (levemente ácido), enquanto o esperma tem pH mais alcalino.

Consequentemente, essa diferença pode causar desconforto temporário em mulheres mais sensíveis.

Alergias e irritações por produtos

Infelizmente, muitos produtos utilizados durante o sexo podem causar reações alérgicas.

Como resultado, preservativos com látex, lubrificantes artificiais e até sabonetes perfumados provocam ardência.

Além disso, tecidos sintéticos da roupa íntima também contribuem para a irritação.

Da mesma forma, produtos de higiene muito agressivos alteram a flora vaginal natural.

Portanto, identificar possíveis alérgenos é fundamental para eliminar esse desconforto recorrente.

Alterações hormonais e atrofia vaginal

Igualmente relevante, as flutuações hormonais afetam diretamente a saúde vaginal.

Por exemplo, durante a amamentação, pós-parto ou climatério, os níveis de estrogênio caem significativamente.

Consequentemente, a mucosa vaginal fica mais fina e ressecada.

Essa condição, chamada atrofia vaginal, torna a relação sexual desconfortável e dolorosa.

Além disso, a vagina fica mais suscetível a microfissuras e ardência após o contato íntimo.

Como aliviar a ardência imediatamente

Quando a ardência surge após a relação, algumas medidas imediatas podem proporcionar alívio.

Primeiramente, lavar a região externa com água fria ajuda a reduzir a sensação de queimação.

Porém, evite sabonetes ou duchas vaginais nesse momento.

Da mesma forma, compressas frias aplicadas externamente podem diminuir o desconforto rapidamente.

Além disso, manter a região arejada usando roupas leves e de algodão facilita a recuperação natural.

E você, quer aprender técnicas específicas para o seu tipo de ardência? Então agende sua consulta com a Dra. Bruna Obeica e receba orientações personalizadas baseadas em sua situação individual.

Tratamentos preventivos para ardência recorrente

Certamente, prevenir é sempre melhor que remediar quando falamos de saúde íntima.

Por isso, algumas estratégias podem reduzir significativamente a ocorrência de ardência.

Por exemplo, investir tempo adequado nas preliminares garante lubrificação natural suficiente.

Além disso, usar lubrificantes à base de água durante a relação diminui o atrito excessivo.

Da mesma forma, é muito importante manter a flora vaginal equilibrada através de probióticos específicos.

E para prevenir ardência recorrente, os especialistas recomendam:

  • Lubrificantes naturais: produtos à base de água sem parabenos ou fragrâncias;
  •  Roupas íntimas de algodão: que permitem a ventilação adequada da região;
  • Higiene adequada: lavar apenas a região externa com sabonete neutro 

Quando a ardência indica problema sério

Embora muitos casos de ardência sejam simples de resolver, alguns sintomas merecem atenção especial.

Principalmente quando a ardência vem acompanhada de sangramento, febre ou corrimento com mau cheiro intenso.

Além disso, ardência que persiste por mais de 48 horas requer avaliação médica.

Portanto, não ignore os sinais que seu corpo está enviando.

Da mesma forma, ardência progressivamente pior a cada relação pode indicar condições que necessitam tratamento específico.

Cuidados com a saúde íntima no dia a dia

Finalmente, manter a saúde íntima vai além de tratar sintomas quando aparecem.

Na verdade, pequenos cuidados diários fazem enorme diferença na prevenção de desconfortos.

Por exemplo, trocar a roupa íntima molhada rapidamente após exercícios evita proliferação de fungos.

Assim como evitar roupas muito apertadas permite que a região respire adequadamente.

Além disso, manter uma alimentação equilibrada fortalece a imunidade e a flora vaginal natural.

Recuperando o prazer sem dor

É fundamental entender que a intimidade não deve ser sinônimo de sofrimento.

Por isso, quando a ardência após o sexo se torna recorrente, buscar ajuda profissional é essencial.

Infelizmente, muitas mulheres adiam essa consulta por vergonha ou constrangimento.

Mas lembre-se: ginecologistas são profissionais preparados para ajudar exatamente com essas questões.

Assim, quanto mais cedo você buscar orientação, mais rápido recuperará o prazer sem desconforto.

Conclusão

Em resumo, a ardência vaginal após o sexo não deve ser normalizada nem ignorada.

Certamente, com investigação adequada e tratamento correto, é possível ter uma vida íntima saudável e prazerosa.

Lembre-se sempre: ardência vaginal após o sexo tem causa e solução quando bem avaliada por especialista.

E você, está cansada de sentir desconforto após momentos íntimos? A Dra. Bruna Obeica compreende a sensibilidade desse tema e oferece o atendimento acolhedor que você merece.

Agende sua consulta agora e recupere o prazer de uma vida íntima sem dor ou ardência.

E não se esqueça de continuar acompanhando nossos artigos – temos muito mais conteúdo valioso esperando por você!

Até a próxima!

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